Hijab no posto de trabalho

muçulmana Hijab

É a imagem de marca das empresas que está por detrás da decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) de autorizar o despedimento de pessoas que exigem usar fato religioso nos postos de trabalho, e não a imagem de “neutralidade religiosa”, como sugerem as notícias dos media…

A imagem das empresas face aos consumidores (os seus clientes) é o maior ativo das empresas. Por isso é importante que defendam com muito cuidado essa imagem (asseio, competência, inovação, etc.).

Por isso as empresas evitam ter nos postos de trabalho pessoas vestidas de Robin dos Bosques, ou de freiras, ou de Charlots com bengalas, ou de sikhs com turbantes, ou de muçulmanos com burkas.

As pessoas são livres de se vestirem como quiserem, em casa e nos lugares públicos, mas devem cumprir as regras que as empresas definem para o vestuário no posto de trabalho.

Até por questões de segurança (vai que a burka fica entalada na roda do empilhador ou na porta do elevador…).

Já chegou ao TJUE a vaga de populismo que está em voga no Mundo Ocidental.

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