Dentro de um ano; mulheres conduzam!

muçulmana

Esta medida é objetivamente fator desestruturante da coesão social. Se chegar a entrar em vigor (o que duvido) vai fazer el-rei arrepender-se amargamente.
É que o sistema social muçulmano põe o coletivo à frente do individual, estruturando a sociedade em função ascendente do coletivo. A base é a família, depois a tribo, depois a região, depois o país (quando ele existe). Toda a economia se baseia nesta lógica. As liberdades individuais resumem-se ao que o individuo pode fazer depois de cumprir suas obrigações coletivas: Rezar, trabalhar (elas em casa), fazer filhos e proteger a família.
Abrir o mercado de trabalho às mulheres ( é o que a lei sugere) significava para eles multiplicar os problemas que já hoje têm com o desemprego e com a aplicação da sharia.
Podemos imaginar isso pensado no que aconteceria a um país europeu em que, de repente, as mulheres tivessem que sair do mercado de trabalho.
A lei que foi feita para entrar em vigor daqui a cerca de um ano, foi um fait divers para “inglês” ver. Para agradar ao ocidente, que é aonde reside a imensa riqueza acumulada pela família real saudita.

Surge agora, que a família real saudita tem dificuldades em explicar aos seus súbditos porque se opõe à maravilhosa ideia de “make Islamism great again”. Foi uma má ideia!

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