#MeToo

Uma coreografa e uma condutora de orquestra sinfónica montam um espetáculo de ópera no Dia Mundial da Mulher; O Barba Azul.

MeToo

“A mim o que me interessa é perceber a relação de dependência, de grande amor, que estas mulheres têm com os seus parceiros. São mulheres muito fortes, até certo ponto muito independentes, mas ao mesmo tempo muito dependentes e submissas de alguma forma … …Todos nós conhecemos muitas relações assim, mulheres que sabem o que querem mas que ao mesmo tempo dizem: ‘Tu é que tens razão, eu é que sou estúpida, tu és tão simpático, eu quero dormir agarrada ao telefone à espera que me telefones.’ Acho que é muito interessante hoje, com todos os movimentos, com o #MeToo, em que estamos a tentar enaltecer e apoiar as mulheres, ver que ainda existem muitas relações assim”, diz Joana Carneiro.

“Mas é aquele tipo de relação em que eles têm um ascendente enorme sobre nós, mulheres. Assim como às vezes pode acontecer ao contrário. Ela deseja-o mesmo, quer estar com ele, apesar de dizerem muito mal dele. Já me aconteceu. Disseram-me mal de um homem que eu adorei e depois percebi que realmente era um Barba-Azul”, diz Olga Roriz.

Duas artistas, duas intelectuais, sem saberem bem se devem defender o #MeToo… esse movimento que se apoia no mais bacoco e mais hipócrita puritanismo da sociedade norte-americana… Mas sempre vão falando no dito #MeToo, não vá acontecer que uma não referência a este movimento faça perder bilheteira, no Centro Cultural de Belém…

Entretanto, nos EUA, há homens e mulheres, que hoje já são “maduros” e estão bem na vida, a lembrar-se do tempo em que eram jovens maiores e vacinados quando foram assaltados. Há 30 ou 40 anos (na segunda metade do século XX) não se lembraram de dar parte à Polícia, só hoje se lembraram! coitadinhos…

Dar sexo em troca de favores é tão grave como dar favores em troca de sexo. É corrupção. O corruptor e o corrompido têm iguais culpas. Comparar estes casos com violação não é mais que branquear o comportamento desprezível de uma das partes.

Não me admirava que Amal Cloony viesse um dia a acusar o marido de violência sexual, sofrida há 5 anos atrás, pedindo o divórcio

Cloony

ato contínuo. O divórcio e o cash do acordo pré-nupcial. Seria de bom tom acreditar, em nome de mais um Politicamente Correto. Ninguém se lembraria de questionar que papel tinha desempenhado a Nespresso no assunto… o marido que fechasse o bico!

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