CONFINAMENTO II

Se o vírus fosse deixado à solta a economia ainda sofria mais.

Em Portugal, mais de 15% dos trabalhadores ativos empregados sofrem de uma doença crónica. Vão todos os dias trabalhar, mas não se podem esquecer de tomar os remédios; para a asma, para os diabetes, para a tensão arterial, para a gota, para a angina de peito, etc.

Esses doentes crónicos têm todo o tipo de níveis de qualificações nas empresas, cozinheiro a chefe de mesa, capataz a contramestre, passando por eletricista, canalizador, técnico de AVAC, gerentes, membros do conselho de administração, e de uma maneira geral pessoas cuja a assinatura é necessária para pagar contas das empresas, etc.

Com o Covid19 à solta, (cinemas, restaurantes, bares, estádios cheios) em menos de um mês, milhões de pessoas ficavam infetadas, os hospitais deixavam de poder acudir à maioria delas, os doentes crónicos começavam a faltar ao emprego e muitos batiam a bota…

Será que um cinema pode estar aberto ao público se o operador da máquina de projetar estiver doente? A obra da vivenda que está na fase de montar os fios elétricos pode prosseguir se o eletricista estiver doente? A fábrica de acessórios de plástico para automóveis continua a produzir se o técnico de reparação de moldes estiver no hospital?

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