Poucos portugueses

Mesmo que o INE não tivesse posto em evidência a diminuição da população residente, as pessoas atentas desconfiavam de que algo de mal está a acontecer na demografia cá do burgo.

Basta assistir às entrevistas dos “nossos” atletas nas olimpíades de Tóquio para percebermos que eles (os nossos representantes além fronteiras) não são portugueses de gema, na sua maioria. Falam mal português, e não nasceram no solo pátrio do país que estão a representar. Há exceções, é certo.

Pedro Pichardo, triplo salto, Cuba;

Ariol Dongmo, lançamento do peso, Camarões;

Nelson Évora, salto em comprimento, Cabo-Verde;

Jorge Fonseca, judo, São Tomé;

Patrícia Mamona, triplo salto, Angola.