Arquivo da categoria: saúde

Eutanásia…

pulseira eletrónicaDeixem-se de hipocrisias.
O que está aqui em causa é saber se uma pessoa com baixos rendimentos, estando em sofrimento extremo, tem ou não direito a decidir morrer caso o Estado não lhe queira pagar um tratamento que custa €30.000 / ano, todos os anos.
Não poder beneficiar de tal tratamento é equivalente a ser condenado ao Inferno, às chamas na companhia de um verme cornudo, até que a morte o os separe !!!

diaboConheço um caso desses em que os filhos do homem em sofrimento caíram na asneira de pô-lo num hospital privado. Seis meses depois a filha mais nova pôs o andar em que vivia à venda para pagar a conta do hospital. O filho mais novo não fez o mesmo porque a mulher não deixou. Tirem as vossas conclusões…

Portanto, sou pela defesa do Direito ao Suicídio. Que implica o desenvolvimento de kits (ver pulseira da imagem) de suicídio, fáceis de usar, em que fica evidente que a pessoa deseja um desses Kits usa-o sem auxílio de ninguém. Basta carregar no botão!

É sempre bom lembrar que HOMICÍDIO NÃO É A MESMA COISA QUE SUICÍDIO. Matarem-me não é a mesma coisa que eu matar-me.

Não mudei de opinião nos últimos 4 anos…

Corona-V, de mal a pior…

corona virus 2Ingénuas são as pessoas que, como eu, não desconfiaram dos números de infetados e de mortos declarados oficialmente por Pequim.

Mesmo aqui no ocidente, quando há uma epidemia  ou um problema de contaminação de alimentos, as entidades oficiais tendem a declarar números de ocorrência menores que os registados na realidade, para não provocar o pânico, dizem…Lembrem-se dos pepinos espanhóis infetados, como acusava a Sra. Merkel.

O jornal Le Monde noticiou, hoje de madrugada, que houve uma reviravolta espetacular na forma como Pequim está a lidar com a epidemia. Foram afastados os dirigentes das zonas mais afetadas pela doença e foram substituídos por outros responsáveis com ligação mais estreita aos políticos centrais. Aparentemente os novos responsáveis são políticos da confiança do Grande Lider Xi Jinping.   Como se combater uma epidemia não fosse uma questão técnica, em vez de uma questão política.

Os novos dirigentes deixaram transparecer para os média que os infetados podem não ser cerca de 1.600 como diziam ontem, mas sim 14.500 (quase 10 vezes mais). Entretanto, o jornalista que noticiou material não oficial sobre a epidemia, Chen Qiushi, desapareceu dos radares!

Outra informação que nos chega hoje afirma que até agora o processo de rastreio dos infetados é pouco mais que aleatório, pois 1 em cada 3 rastreados é mandado para casa com análise negativa quando, realmente, é portador da doença ! Vai para casa infetar mais uns quantos !

Concluindo; por cá, NADA SE SABE DO QUE SE PASSA COM ESTA EPIDEMIA.

Surto já custou mais de 130 mil milhões à China

De costas viradas para o céu

corona virus

Os chineses comem todos os bichos que têm as costas viradas pró céu. Cães, gatos, cobras, morcegos, etc..

Animais que não são reproduzidos e criados com normas de segurança próprias da indústria alimentar, isto é, vacinas, normas de higiene, alimentação certificada, etc.
Os vírus que esses animais possuem andam à solta nos mercados chineses… E, para cúmulo, até se transportam confortavelmente de avião, no corpo de turistas ou de pessoas repatriadas que procuram salvação nos países de origem…

Mais uma consequência da globalização…

Há uns anos atrás esses vírus também se deslocavam grandes distâncias, mas a bordo de pássaros de arribação. Eram viagens mais lentas para ocidente, que davam tempo aos laboratórios a encontrar vacinas que os combatessem. Quando cá chegavam só uma pequena percentagem dos ocidentais não vacinados era infetada.

Nem tão cedo irei comprar fruta naquela loja da chinesa simpática, não vá ela ter um primo infetado acabado de chegar da china, para a ajudar na loja…

Todo o cuidado é pouco.

Descarbonar Portugal em 1/01/2020

carro fumo ambiente

Segundo a Portdata.pt venderam-se em Portugal, em  2018, gasóleo e gasolina rodoviários (excluindo GPL e Gasóleo agrícola)
5,518E9 Kg
A combustão de 1 Kg de gasolina produz 10,4E6 calorias.
1 caloria vale, no S.I.    1,163E-6 KW.h
Portanto, em 2018, em Portugal gastaram-se-se 5,518E9x10,4E6=57,39E15 calorias
Convertendo para o S.I.  57,39E15x1,163E-6=66,74E9 KWh, ou seja 66.740 GWh –> Energia rodoviária total de 2018.
Admitindo que a eficiência térmica+mecânica dos veículos de combustão interna é de 60%, este número baixa para 40.044 GWh, que seria a energia elétrica suficiente para alimentar uma frota igual mas movida a eletricidade e com uma eficiência elétrica e mecânica de 100%.
Voltando à Portdata: a produção total de energia elétrica limpa, em Portugal,  em 2018, foi de
Hidroeletrica               13.600 GWh
Fotovoltaica                  1.000 GWh
Eólica                          12.900 GWl
Total                             37.500 GWh
 
Isto é: toda a eletricidade “limpa” hoje produzida em Portugal não chega para carregar as baterias dos camiões e automóveis se todos fossem convertidos para elétricos.
Este número (37.500) é uma média. A capacidade de produção em cada dia depende das condições ambientais (quantidade de chuva, sol e vento, respetivamente).
E esse é um dos problemas principais da “energia verde”; a dificuldade que existe, em  adaptar a energia verde que pode ser produzida em dado momento às necessidades de energia elétrica que os consumidores estão a necessitar nesse mesmo momento. As habitações, as fábricas, os transportes… Há portanto um custo associado à resolução deste problema, que muitas vezes se salda na necessidade de importar energia da rede internacional, que é muito cara (quem procura paga mais) ou necessidade de exportar para essa mesma rede, que é desvantajoso (quem oferece sujeita-se a vender a preços menores).
Mas ter energia elétrica verde não chega. É necessário que seja de qualidade. Ligar um parque eólico à rede de alta tensão, para aí injetar energia captada do vento, produz sempre perturbações na qualidade elétrica da rede.
  • Frequência;
  • Valor eficaz da tensão;
  • Cavas de tensão;
  • Sobretensões (swells);
  • Tremulação (flicker);
  • Desequilíbrio do sistema trifásico de tensões;
  • Distorção harmónica.

A implementação das correções necessárias são mais um custo a considerar na aposta “verde”.

E há o problema fiscal. O Estado cobra €0,60 por cada litro de combustível rodoviário ou seja 5,2E9x0.6= 3,1 mil milhões de euros. É uma taxa de imposto das maiores da Europa, provavelmente porque Portugal é um país que tem uma das mais altas taxas de utilização de energia renováveis da Europa. À medida que os combustíveis fósseis iam sendo substituídos por energias renováveis, a receita ISP (Imposto Sobre Produtos Petrolíferos) ia diminuindo, havendo necessidade de compensar essa diminuição com aumento do imposto. Quem pagou a descarbonação foi o automobilista…

Esta receita do Estado tem que passar a ser cobrada na energia dos veículos elétricos. Porém será muito difícil diferenciar tarifas para a energia elétrica rodoviária, e para outros tipos de utilização, pois é muito fácil pôr carregadores de baterias nas vivendas, garagens de condomínios, etc. longe dos olhares dos fiscais. É provável que esta transferência de imposto se faça para a generalidade da eletricidade. O início dessa transferência ocorreu hoje (01/01/2020), com a diminuição do IVA para quem consuma com contratos de baixa potência, 3,45 KVA (3.450 W). Com esta potência não é possível carregar a bateria de um carro numa noite, por mais pequeno que ele seja. No futuro, os “ricos” que paguem a crise (a classe média).

É caso para evocar o célebre título “Vícios Privados, Públicas Virtudes”. E eu a pensar que o desígnio político de diminuir o custo da eletricidade se destinava a aumentar o poder de compra dos portugueses. E mais a palhaçada de ir pedir a Bruxelas autorização para implementar esta medida. Agora parece-me óbvio que se tratou de uma medida-cobaia para estudar em Portugal a melhor forma de transitar para energia “verde”. Se resultar, embandeira-se em arco que mais uma vez Portugal esteve na frente das decisões corretas, numa área que vai tocar num futuro próximo a outros países da Europa…

Tudo se resolve à císes da Europa…

Tudo se resolve à custa de novos e sofisticados equipamentos de regulação e correção.

Em resumo;

  • Vêm aí grandes negócios se quisermos mudar o paradigma atual da produção / consumo de energia.
  • Vem aí diminuição acentuada da ocorrência de doenças pulmonares e outras associadas à poluição atmosférica. SOBRETUDO NAS GRANDES CIDADES.
  • A energia elétrica passará a ter preços muito superiores aos atuais. Isso é bom porque irá reduzir o consumo , isto é, irá atuar no primeiro e principal dos três “R”s do Ambiente (Reduzir, Reutilizar, Reciclar). Ou seja, com preços muito altos as pessoas vão pensar duas vezes antes de carregar no interruptor (da televisão, da máquina de lavar, do ar condicionado, do automóvel).
  • Os principais afetados com a transferência para “energia verde” serão os indivíduos da classe média, pois são os que estão habituados a consumos elevados de energia; como escolher escolas para as crianças a pensar em levá-las e trazê-las de carro, aquecer as casas acima dos padrões de conforto mínimo, ir de férias ou fins-de-semana para muito longe de casa, dar preferência a restaurantes ou táxis com ar condicionado, etc.).
  • A consequência anterior fará deslocar os votos dos eleitores da classe média para os partidos negacionistas ou para partidos que, embora reconheçam que existem alterações climáticas, não as atribuem às emissões de gases provenientes da queima de combustíveis fósseis. ISSO PODE SER A PIOR DAS CONSEQUÊNCIAS… Partidos que, uma vez no governo, vão boicotar medidas de descarbonação decididas por governos anteriores.
  • E, uma vez que a propaganda é quem mais ordena, aparecerão muitas mais Gretas Thunberg com discursos cada vez mais catastróficos, com a intenção de induzir os consumidores a aceitarem os aumentos de preços da energia.

Espero estar cá em 2021, para comparar o que aconteceu com os “palpites” que aqui deixo.

Dois terços da energia consumida em Portugal vêm do petróleo e do gás

Eliminação da violência contra a mulher

hoje, 25/11 É O DIA DA …

Uma vergonha! Sob a capa de “politicamente correto” desculpabiliza-se outros tipos de violência. Por exemplo daquele homem que ficou roxo de levar pancada da mulher, a qual é muito mais forte que ele.

violência doméstica

Na verdade o que devia ser promovido na lei era o agravamento das penas a cumprir por pessoas que exerceram violência sobre outras MAIS FRACAS; crianças, idosos, ou até mesmo a esposa legítima ou namorada, desde que esta seja manifestamente mais fraca fisicamente que o marido (peso, massa muscular, etc.).

E já agora, como é que o juiz deve decidir se a violência aconteceu em casa de homossexuais?

Casos que bradam aos céus são os de mulheres que mataram os maridos e que, porque declararam em tribunal terem-no feito por serem vítimas de maus tratos durante anos , infligidos pelo agora morto, têm sua penas aliviadas por serem mulheres

Imaginem a Natália Correia a dar uma coça no Marques Mendes e ser absolvida por ter levado um par de estalos dele, quando o comentador se apresenta todo roxo de pancada…

primeiro robot de cirurgia em Portugal

Foi oferecido ao Hospital Curry Cabral.

Pela Rede Aga Khan Para o Desenvolvimento (AKDN), gerida por uma organização Xiita dissidente do Xiismo persa, o Ismaelismo. A atual sede do Ismaelismo mundial situa-se em Portugal, após acordo assinado pelo nosso primeiro-ministro Pedro Passos Coelho e sua alteza Aga Khan IV, rei dos Ismaelitas, lei promulgada pelo nosso Presidente da República da altura, Cavaco Silva.

Esta máquina serve para fazer operações a cancros da próstata e do reto e também em tumores no fígado e no pâncreas. Este equipamento robótico pode ser também usado em cirurgias da obesidade.

Opera sem abrir a barriga. Fazem somente um orifício por onde entram as ferramentas do robot e o médico-mecânico-cirurgião usa essas ferramentas olhando para um ecran de computador enquanto manipula à distancia as ferramentas, usando manípulos e botões na sua mesa de trabalho. Ele está na sala de operações, na sala ao lado, ou a centenas de quilómetros de distância do hospital aonde o paciente está. Modernices!

Ver aqui.

Coca-Cola fake-news…

obesidade

Para início de conversa digo-vos que cada garrafa de 33 cl de cola-cola contém pelo menos 35g de açúcar! Isto é, contém o equivalente a 8 (oito) pacotinhos de açúcar daqueles que se põem na “bica”.

Nos últimos 20 anos os artigos em revistas, jornais, e programas de televisão, que abordam o tema de alimentação relacionada com a obesidade, são unânimes a aconselhar as pessoas diminuir o consumo de açúcar, se não querem engordar.

Porém, recentemente, apareceram em França uns estudos que contrariam essa ideia. Dizem praticamente que a obesidade não tem nada a ver com a ingestão de açúcar, mas sim com a falta de exercício…

O jornal “Le Monde” desconfiou de “marosca” e investigou. A conclusão mais bombástica que se pode tirar do relatório dessa investigação é que a Multinacional Coca-Cola financiou estudos de conhecidos médicos franceses especialistas nas áreas de nutrição e obesidade, pagando-lhe somas que parecem ser astronómicas para que eles assinassem relatórios que concluíssem não estar a ingestão de açúcar assim tão relacionada com a obesidade.

Custaram esses estudos €8.000.000,00, nos últimos 8 anos.

Falta saber quanto recebeu cada um desses conhecidos médicos especialistas.

A série televisiva “Jogos de Poder”, no Canal 2, explica bem como isto funciona.

As fake-news podem causar danos consideráveis numa sociedade…