Poucos portugueses

Mesmo que o INE não tivesse posto em evidência a diminuição da população residente, as pessoas atentas desconfiavam de que algo de mal está a acontecer na demografia cá do burgo.

Basta assistir às entrevistas dos “nossos” atletas nas olimpíades de Tóquio para percebermos que eles (os nossos representantes além fronteiras) não são portugueses de gema, na sua maioria. Falam mal português, e não nasceram no solo pátrio do país que estão a representar. Há exceções, é certo.

Pedro Pichardo, triplo salto, Cuba;

Ariol Dongmo, lançamento do peso, Camarões;

Nelson Évora, salto em comprimento, Cabo-Verde;

Jorge Fonseca, judo, São Tomé;

Patrícia Mamona, triplo salto, Angola.

MASCARA OU NÃO.

As pessoas que, na indústria, lidam com filtros, sabem usar máscaraque qualquer filtro simples (só com uma malha filtrante) consegue reter as partículas indesejáveis em 90%. Porém, quando o fluido tem duas barreiras, filtro duplo, essa percentagem passa cerca de 95% das partículas retidas.

Isto significa que, se dentro de uma casa houver uma concentração de partículas portadores do vírus de 100 partículas por unidade de volume de uma inspiração humana, um indivíduo que lá esteja sem máscara capta para o interior do seu nariz e boca 100 partículas em cada inspiração.

Outro indivíduo que esteja no mesmo local com máscara, só capta para o interior das suas vias respiratórias 10 ou 5 partículas em cada inspiração.

Isto é verdade quando se pretende filtrar poeiras no ar, impurezas na água, partículas em suspensão no óleo dos motores.

Se for válido para partículas Covid19 em suspensão no ar (parece evidente que seja), isso significa que quem usa máscara, está 10 a 20 vezes mais protegido de contrair a doença do que quem não a usa.

Também se deduz que usar máscara não protege 100% quem a usa. Pode apanhar a doença mesmo sendo muito cuidadoso cuidadoso.

Na Suécia, não aconselham o uso de máscara, porque dizem que esse ato induz nas pessoas uma sensação falsa de imunidade. Porque não explicam ao povo que é melhor 5% do que 100%?

COVID E DEMOCRACIA…

Uma coisa é atingir a imunidade de grupo com a curva de infeções pouco inclinada, outra é com uma curva muito inclinada ou até exponencial. Mal comparado, é conseguir descarregar uma barragem cheia, abrindo os descarregadores ao máximo ou descarregá-la dinamitando o muro. Os estragos esperados em um e no outro casos são muito diferentes.

A capacidade de propagação do Covid19 tem muito mais a ver com o nível de mobilidade do ser humano atual do que com alguma característica especial deste vírus. Pelo menos é o que parece se compararmos o volume de transportes aéreos (nº de voos x nº passageiros) de hoje e de há 30 anos atrás, o volume de transportes terrestres em autoestrada, viagens em cruzeiros, etc.

Está a ser, de facto, uma boa oportunidade de testar a resiliência das populações dos países democráticos anglo saxónicos a medidas anti democráticas tomadas pelos governos com a “desculpa” de controlo da epidemia.

Isso até pode ser bom, numa época em que os ventos sopram contra as referidas democracias. As pessoas já se aperceberam que a “Deusa Democracia anglo saxónica” não foi mais que um estratagema dos países que ganharam a guerra do século XX, para se apoderarem das riquezas dos países pouco desenvolvidas tecnologicamente. Esses países foram desapossados das suas riquezas, por compra, de uma forma legal. Porém o impacto social de aumento de pobreza a que essas compras conduziram provocam hoje o descontentamento geral das pessoas. Sem que elas saibam bem porquê, elas querem mudar.

Por isso o advento do Corona vírus pode facilitar a transiçõ de democracias anglo saxónicas para democracias musculadas…

Esperam-nos “Democracias do tipo chinês ou russo”. Atrás de tempos, tempos vêm..

CONFINAMENTO II

Se o vírus fosse deixado à solta a economia ainda sofria mais.

Em Portugal, mais de 15% dos trabalhadores ativos empregados sofrem de uma doença crónica. Vão todos os dias trabalhar, mas não se podem esquecer de tomar os remédios; para a asma, para os diabetes, para a tensão arterial, para a gota, para a angina de peito, etc.

Esses doentes crónicos têm todo o tipo de níveis de qualificações nas empresas, cozinheiro a chefe de mesa, capataz a contramestre, passando por eletricista, canalizador, técnico de AVAC, gerentes, membros do conselho de administração, e de uma maneira geral pessoas cuja a assinatura é necessária para pagar contas das empresas, etc.

Com o Covid19 à solta, (cinemas, restaurantes, bares, estádios cheios) em menos de um mês, milhões de pessoas ficavam infetadas, os hospitais deixavam de poder acudir à maioria delas, os doentes crónicos começavam a faltar ao emprego e muitos batiam a bota…

Será que um cinema pode estar aberto ao público se o operador da máquina de projetar estiver doente? A obra da vivenda que está na fase de montar os fios elétricos pode prosseguir se o eletricista estiver doente? A fábrica de acessórios de plástico para automóveis continua a produzir se o técnico de reparação de moldes estiver no hospital?

DE COSTAS VOLTADAS

Num passado recente, um país da NATO atacou instalações petrolíferas de outro país da NATO. Foi durante a guerra da Síria. Coisa nunca antes vista. O agressor foi a Turquia, o alvo atingido foram instalações petrolíferas da TOTAL, petrolífera francesa.

Desde então os incidentes sucedem-se:

A França questionou:

  • a legitimidade da pesquisa de gás natural que a Turquia está fazendo no Mediterrâneo Oriental, junto à fronteira da UE.
  • a legitimidade da intervenção armada da Turquia no Líbano.
  • o envio pela Turquia de mercenários da guerra da Síria para Nagorno-Karabakh, em apoio às pretensões do Azerbaijão, contra a Arménia (país de maioria cristã).
  • o silêncio da Turquia quanto ao assassinato em França de um professor, Samuel Paty, por um jovem muçulmano, com requintes de malvadez. Nem sequer um voto de pesar foi recebido no Eliseu.
  • a forma como Erdogan se referiu em público ao presidente francês. Chamou-o de maluco, mando-o ir ao médico…

Desde que o Reino Unido saiu da União Europeia que a França parece querer ocupar o seu lugar no que diz respeito ao poder das armas. No dia seguinte à explosão de grandes dimensões que ocorreu no porto do Beirute. Macron apresentou-se no local, que visitou com altos funcionários franceses e membros do governo libanês. Na forma como falou para as televisões parecia “o dono daquilo tudo”.

Desde que faliram as iniciativas de ocidentalização que ficaram conhecidas por Primaveras Árabes, Recep Tayyip Erdoğan, Presidente da República da Turquia, vende para consumo interno o sonho de restaurar o Império Otomano, com o esplendor de outrora. Isto é:”Islam First”.

São muitos os interesses que França tem para defender; Síria, Líbano, Mali, etc, tudo assuntos a tratar com uma ameaça de fundo comum; o poder islâmico.

https://www.noticiasaominuto.com/mundo/1612491/declaracoes-de-erdogan-sobre-macron-sao-inaceitaveis-considera-borrell

DECAPITADO !!!

decapitadoNa França vivem 7 milhões de muçulmanos (mais de 10% da população total). Há seis universidades que ministram cursos de teologia islâmica. São queimados na via pública mais de 80 automóveis por dia, na maioria  dos casos incendiados por intolerância religiosa de extremistas islâmicos.  Só no ano de 2015 mais de  40 imãs (sacerdotes que pregam nas mesquitas) foram deportados por fazerem propaganda a favor do terrorismo islâmico em mesquitas francesas. Pelo menos dois cidadãos franceses foram decapitados em atos de terrorismo por intolerância religiosa, praticada por muçulmanos radicais. Um jornal humorista foi atacado à bala por divulgar imagens satíricas de Maomé, tendo sido assassinadas 14 pessoas e 7 ficaram em estado grave.

É num contexto destes que um professor de História, Samuel Paty, que lecionava num liceu dos arredores de Paris, resolveu exibir nas aulas imagens satíricas de Maomé, como forma de mostrar como se defende a liberdade de expressão em França.

Alguns dos seus alunos eram muçulmanos (talvez 10%).

A fera foi provocada! e o resultado foi dramático, o professor foi assassinado e decapitado por um jovem muçulmano extremista com 18 anos de idade…

Não havia necessidade…

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A REACÇÃO CONTRATACA !

Copiado do Blesfémias.org

Desta vez criticam as recentes medidas do executivo que impõem, entre outras coisas, o uso de máscara na rua.

Metáfora imperfeita;
Não se vê nenhum borrego com capacete de mota, nenhum com cinto de segurança de automóvel, nenhum com colete de salvação ou boia, para representarem os borregos que têm respetivamente motocicleta, automóvel, barco.


São três obrigações impostas por lei, que não deveriam existir se fossemos um país livre…

Isto sem falar na carneirada que anda nas obras com capacetes brancos que não servem para nada e com botas de biqueira de aço tão incómodas de usar…

A utilização de EPIs devia ser abolida, ficado a sua utilização ao critério de cada um. Porém, se um dia isso vier a acontecer, o SMS deve recusar tratar as pessoas que não se protegem, e deve mandá-los para os hospitais privados. Aqueles que representam menos Estado na saúde…